quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Limpeza de Pele

A limpeza de pele é fundamental para uma pele perfeita!

Diferente do que muitos clientes imaginam, o objetivo da limpeza de pele não se resume a extração de comedões, mas apresenta também diversos outros benefícios como promover o reequilíbrio do pH cutâneo, restabelecer a integridade do manto hidro lipídico, controlar a oleosidade e processos acneicos infecciosos, melhorar a lubrificação e atuar na renovação celular.



Recomenda-se que a limpeza de pele seja feita a cada 30 ou 40 dias, pois esse é o tempo médio de renovação da pele, porém peles acneicas devem realizar a limpeza a cada 15 dias, para controlar a oleosidade e evitar a acne. Também é recomendado não se expor ao sol por, pelo menos, 2 a 3 dias, pois a exposição ao sol pode causar danos à pele recém higienizada.

A limpeza de pele é indicada para homens e mulheres, pois é importante que a pele seja higienizada da maneira correta, porém após o procedimento é indicado que haja a manutenção durante a rotina habitual. Manter uma rotina de cuidados com a pele, como higienização, esfoliação e equilíbrio faz com que os benefícios da limpeza de pele durem mais e a pele esteja constantemente saudável.

Agende logo seu horário. 



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Os músculos abdominais: quem são e como trabalhar

Os músculos abdominais tem como principal função proteger as vísceras e promover uma pressão interna que auxilia em diversas necessidades fisiológicas. Mas a parte mais interessante a todos é a estética, quando se vê um abdome “chapado” ou “em tanquinho”. Mas vamos prestar atenção se na sua atividade física estão inclusos todos os músculos abdominais.
Reto do abdome – é o músculo mais superficial, por isto o mais conhecido, pois quando fortalecido é o músculo que aparece.
Ação: Sua função é flexionar a coluna vertebral aproximando o tórax e a pelve anteriormente.
Oblíquo interno – forma a camada média da parede abdominal lateral, está localizado entre o transverso do abdome e o obliquo externo.
Ação: bilateralmente flexiona a coluna e auxilia na respiração e em conjunto com os oblíquos externos produz rotação da coluna.
Oblíquo externo
Ação: bilateralmente flexionam a coluna vertebral e inclinam a pelve para trás. Junto com os oblíquos internos produz inclinação lateral da coluna, aproximando o tórax e o quadril lateralmente.
Transverso do abdome – é o músculo mais profundo.
Ação: funciona como uma cinta natural para proteção da coluna vertebral. A sua ação acontece em diversas situações, sendo este músculo em condições saudáveis ativado antes de realizar qualquer movimento do corpo.
O pilates oferece um grande repertório de exercícios que incluem todos os músculos abdominais, sendo a atividade mais indicada para quer deseja tonificar esta região.
Fonte: House Pilates

terça-feira, 15 de maio de 2012

Benefícios do pilates para bem-estar físico e mental

O pilates estimula a circulação, melhora o condicionamento físico geral, a flexibilidade, a amplitude muscular e o alinhamento postural adequado. Além disso, promove melhoras nos níveis de consciência corporal e coordenação motora. Todos esses benefícios ainda ajudam a prevenir e a reduzir riscos de uma futura lesão, proporcionando, inclusive, alívio de dores crônicas. Para quem tem problemas de coluna, esse é um método perfeito.
Tem mais: ele também fortalece, alonga e equilibra toda a musculatura que envolve a coluna vertebral, alinhando e descomprimindo tensões na mesma. Ajudam a aliviar pinçamentos e compressões de discos.
O Método Pilates ainda é utilizado também em reabilitação de complicações de joelhos, ombros, panturrilhas, em casos de acidentes automobilísticos, pós-cirurgias, pré e pós-parto.
Sem falar que ainda relaxa e distrai.
Segundo Joseph Pilates (criador do método), após as 10 primeiras aulas, o praticante sente que o corpo mudou. Depois de 20 aulas, as mudanças são visíveis. Após 30 seções. as demais pessoas notam as mudanças.
Essa é, sem dúvida, uma maneira gostosa de cuidar do corpo e da saúde.
Fonte: Associação Brasileira de Pilates

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pilates auxilia na prevenção e tratamento da osteoporose

Cada vez mais comum, a osteoporose não é privilégio somente da 3ª idade. A doença, que tem como principais fatores de risco o sedentarismo, o tabagismo, o histórico familiar, a baixa ingestão de cálcio e a retirada cirúrgica de ovários sem reposição hormonal, está cada vez mais comum entre as faixas etárias de 30 a 35 anos.
De um modo geral, a osteoporose é caracterizada pela perda da massa óssea e a diminuição da resistência mecânica dos ossos por diversas causas, sendo as principais relacionadas aos desequilíbrios hormonais. As regiões do corpo mais atingidas são os quadris, os punhos e a porção anterior dos corpos vertebrais, que sofrem desgastes com simples inclinações repetidas do tronco para frente, gerando fraturas espontâneas.
A prática de exercício físico preserva a massa óssea, tanto por ação direta do impacto sobre o esqueleto, quanto por ação indireta, pela tração  realizada nos músculos através de exercícios de força.
“Os resultados da prática do Pilates em pacientes com osteoporose podem ser observados em pouco tempo. Durante as primeiras sessões já é possível notar uma melhora da força muscular, aumento do relaxamento e da sensação de bem-estar”, explica a fisioterapeuta Valquiria Santiago. Além dos benefícios proporcionados pela técnica, no caso da osteoporose, o Pilates auxilia também no tratamento da depressão, estresse, dores na coluna, incontinência urinária, hérnia de disco e algumas doenças neurológicas, como o Parkinson.
De acordo com a fisioterapeuta alguns benefícios proporcionados pelo Pilates em pessoas com osteoporose são:
- Aumento da flexibilidade;
- Melhora na função articular;
- Melhora no alinhamento postural;
- Ganho de equilíbrio para prevenir lesões ou evitar padrões de movimentos incorretos;
- Oxigenação dos músculos e qualidade de sua função;
- Incorporação de consciência corporal, diminuindo os fatores de risco que podem levar a lesões;
- Diminuição da ansiedade e do nervosismo provocados pelo estresse e pelas tensões do dia a dia.





fonte: Revista Pilates


fonte: Revista Pilates

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Correr em grupo: sete motivos para começar já



Treinar com outras pessoas pode ser mais eficiente e divertido

Não é novidade que a corrida é um eficiente meio de deixar o corpo saudável. Além de favorecer a queima de gorduras, uma corrida leve que dure 40 minutos protege as articulações de lesões, tonifica músculos e deixa o coração mais forte. Os benefícios da corrida ainda podem ser multiplicados se ela for praticada em grupo. 
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford , no Reino Unido, doses maiores de endorfina, o hormônio que dá a sensação de bem-estar, são liberadas pelo nosso corpo quando malhamos ou corremos em conjunto com outras pessoas. "Quando fazemos atividades em grupo, temos um sentimento de carinho, cuidado, afeto e amizade. Esses sentimentos criam uma relação de proteção, capaz de fazer a pessoa relaxar e curtir o momento mais do que se ela fizesse isso sozinha", explica a psicóloga clínica Rita Romaro.
Além disso, a atividade é especialmente divertida quando é praticada em grupo porque, ao contrário da maioria dos esportes, ela não tem número máximo de participantes e é feita ao ar livre. "Para fazer parte de um grupo de corrida, só é preciso ter vontade de correr", diz o preparador físico Edson Ramalho, mestrando em ortopedia na Universidade de Campinas. Confira abaixo, alguns benefícios que a corrida com uma turma pode fazer por você.

É mais fácil começar
Muitas pessoas querem ter hábitos mais saudáveis só que não conseguem sair de uma rotina sedentária sozinhas. Por isso, o incentivo de alguém é importante na hora de irem para a pista. "Isso é algo muito comum nos grupos de corrida que acompanho. A maioria dos integrantes começou com uma experiência incentivada por amigos", diz Edson. Normalmente, as pessoas são convidadas para correr um dia e acabam se divertindo tanto com os integrantes do grupo que têm vontade de voltar no dia seguinte para estreitar relações. 
Fica difícil desistir 
Fazer parte de um grupo protege o corredor de ficar desanimado. "Os elogios que normalmente são ditos durante uma atividade em grupo servem de estímulo para continuar e melhoram a autoestima", explica Rita Romaro. Por isso, quando um corredor está infeliz com os resultados do treino, os outros integrantes o ajudam a não desistir e a continuar tentando a alcançar o seu objetivo. 
Além da força que os amigos dão, o empenho e os resultados dos outros corredores servem de exemplo para aqueles que estão desmotivados. "É normal que o desempenho de uma pessoa se sobressaia. O restante do grupo, quando vê o que essa pessoa consegue fazer, fica incentivado a alcançar os mesmos resultados que ela", diz Edson 
Leva bronca se faltar 
O treino se torna mais eficiente quando os corredores estão comprometidos a atingir as metas estipuladas pelo preparador físico. Uma das características mais fortes de um grupo de corrida é que as pessoas levam os treinos mais a sério do que aquelas que correm sozinhas. Quando marcam um dia da semana para correr, raramente elas faltam, ou a bronca vem em coro. "As pessoas ficam tão disciplinadas como atletas de alto nível, e deixam de dar desculpas para faltar aos treinos", afirma o preparador físico. 
A vitória fica mais divertida 
Conseguir alcançar uma meta estipulada traz um sentimento de superação. Esse efeito é ainda maior quando um bom resultado é alcançado em grupo. "As pessoas olham para traz e percebem todo o esforço que fizeram juntos para conseguir alcançar o objetivo. Além disso, quando a meta é batida, sempre há uma 
comemoração, uma festa, o que não acontece quando você treina sozinho", diz Edson Ramalho. 
Pode unir a família 
A corrida em grupo pode ser um meio de estreitar as relações familiares. "Hoje em dia é muito comum que pais e filhos não tenham muito tempo para ficar juntos, e é difícil encontrar uma atividade que possa ser feita por todas as idades e agradar todos os gostos. Por isso, muitas famílias formam pequenos grupos de corrida para fazer uma atividade conjunta", conta o preparador físico. 
Aumenta o círculo social 
Mesmo que você não tenha conhecidos que gostem de correr, fazer parte de um grupo de corrida pode melhorar o seu convívio social. "Apesar de a corrida ser um esporte que precisa de disciplina, ela é muito acessível e não precisa de muito tempo nem dinheiro para ser praticada. Por isso, é fácil ver pessoas que se conhecem em um grupo de corrida se tornarem amigas, mesmo só tendo em comum o gosto por esse esporte", diz Edson.
Melhora o desempenho profissional 
As relações criadas em ambientes profissionais normalmente são mais superficiais devido às conversas desse círculo ficarem restritas a problemas de trabalho. "As pessoas que conhecemos no trabalho parecem outras quando as vemos fazendo atividades mais leves e divertidas", diz a psicóloga Rita Romaro. 
De acordo com Edson Ramalho, cada vez mais as empresas estimulam os funcionários a correr em grupo. Esta medida simples melhora a comunicação no escritório, aumenta a intimidade e faz com que cada um dos profissionais tenha um melhor rendimento no trabalho, já que os seus funcionários ficam saudáveis e com mais disposição. 
minhavida.com -  POR FERNANDO MENEZES

sábado, 21 de janeiro de 2012

É melhor correr na rua ou na esteira?

Entenda os prós e os contras dessas duas opções e dê a largada rumo à boa forma

Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável e uma cintura fina. Na hora de gastar a sola do tênis, há quem adote a esteira, um dos aparelhos mais concorridos nas academias. Já outros não trocam a suadeira ao ar livre por nada. "A escolha do piso em que se vai correr deve se basear nos objetivos do indivíduo", afirma o educador físico Bruno Modesto, que é pesquisador da Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo (USP) e instrutor de primeiros socorros do Instituto do Coração de São Paulo, o Incor. 
O futuro corredor precisa ter em mente se quer se exercitar só para relaxar ou, por outro lado, para competir nas inúmeras corridas de rua Brasil afora. Outro ponto fundamental é checar a possibilidade de dar as passadas em ruas, praças e parques -- caso essa alternativa esteja fora de alcance, o jeito mesmo é ficar na velha e boa esteira. "Iniciantes ou sedentários podem começar no aparelho e evoluir posteriormente para a corrida de rua, que apresenta mais dificuldades de percurso sem contar a influência de fatores ambientais", completa Modesto.
"Uma das principais vantagens da esteira é a possibilidade de controlar o ritmo da corrida. Além disso, nela é mais fácil aprender a mecânica correta do movimento, o que deixa o atleta mais eficiente", diz Bruno Modesto. "Ao alternarmos a velocidade e a inclinação do equipamento, pode-se fazer um trabalho progressivo e adequado, inclusive para indivíduos com sobrepeso ou obesos", afirma o professor.
Para o ortopedista André Pedrinelli, da Faculdade de Medicina da USP, o recomendado é treinar nos dois pisos, já que ambos apresentam prós e contras. "A esteira oferece mais amortecimento para as articulações que o asfalto, além de garantir um melhor controle do esforço e, portanto, dos resultados", diz Pedrinelli. Segundo ele, correr na engenhoca gera menos impacto e, consequentemente, diminui-se o risco de lesões. "O sistema de absorção de impacto do equipamento ajuda principalmente os que estão acima do peso", confirma Bruno Modesto.

A esteira também é ótima para dias chuvosos ou para fugir do frio e do calor extremos. Mas muita gente acha monótono correr olhando sempre o mesmo cenário, em ambiente fechado e sem interação com outras pessoas. "A corrida ao ar livre permite contato com a natureza, diferentes paisagens, novos lugares e percursos a ser explorados. Além disso, possibilita reunir amigos e formar grupos, o que aumenta a motivação e faz a diferença para que pretende se manter ativo", avalia Bruno Modesto. 

Outra diferença é que o gasto energético na rua é maior. Isso porque a mecânica dos movimentos não é a mesma. No chão, o indivíduo fica sujeito a diversas variações de rota, como subidas, descidas, curvas e inúmeras irregularidades no terreno que aumentam a demanda do organismo e contribuem para um maior consumo calórico. Todos esses desvios fazem com que mais grupos musculares se envolvam na atividade e ainda desenvolvem o sistema de equilíbrio -- chamado de propriocepção --, o que não acontece na esteira. 

Veja, então, qual alternativa se adapta às suas características e preferências, calce o tênis e dê a largada rumo à boa forma. Se possível, varie o ambiente e o piso, já que, como vimos, há pontos positivos e negativos em todos eles. Mas, nos dois casos, na esteira ou na rua, é fundamental buscar a orientação de um profissional de educação física. Ele vai planejar o treinamento e dosar o esforço sempre de acordo com as suas condições.

As vantagens de cada piso

Esteira
• Gera menos impacto nas articulações
• Menor risco de lesões
• Melhor controle do esforço e dos resultados
• Mais indicada para iniciantes e para quem está acima do peso
• Ideal para dias chuvosos, muito quentes ou frios demais

Rua
• Diferentes paisagens e contato com a natureza
• Maior socialização
• Maior gasto energético devido às irregularidades do terreno
• Envolve mais grupos musculares
• Desenvolve o sistema de equilíbrio --propriocepção

Fonte: RS

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ai, deu cãibra

Quem já teve cãibra sabe como dói. O músculo repuxa e parece que vai arrebentar. Mas ninguém precisa passar por essa chateação. Saiba o que fazer para sua batata da perna não assar


Súbita e sorrateira, ela surge quando menos se espera. Na calada da noite, embaixo dos lençóis. No domingo ensolarado, dentro da piscina do clube. Ou no futebol de terça, depois daquele pique pela direita. Quem já teve sabe... É uma dor paralisante, que pode durar de alguns segundos a vários minutos. Basta uma leve flexão do pé para baixo e... ai! A batata da perna contrai-se parecendo dar um nó. Eis a cãibra se manifestando, para desespero de suas vítimas. Mas o que provoca essa dor súbita? O que fazer para preveni-la? E como se comportar quando ela aparece?

Os especialistas ainda discutem as causas dessa contração muscular violenta e involuntária. O que existe são algumas pistas importantes para entendê-la. A cãibra geralmente se manifesta na prática de uma atividade física, sobretudo se o esportista estiver, digamos, pouco condicionado — ou mal alimentado. Sim, quando os músculos carecem de condições adequadas para realizar um esforço diferente do habitual, é espasmo na certa. “Quem exagera no tempo ou na intensidade do exercício pode sofrer cãibras por falta de vitaminas e sais minerais, o que leva à fadiga muscular”, explica o educador físico Renato Dutra, supervisor técnico da Run & Fun Assessoria Esportiva, em São Paulo.

A escassez de oxigênio na circulação também contribui para esse cansaço extremo dos músculos. Quem um dia precisou ser socorrido devido a uma baita repuxada da musculatura já deve ter ouvido falar sobre um tal de ácido lático sem saber que substância é essa. A gente explica: trata-se de uma espécie de lixo orgânico que se acumula nos tecidos musculares quando as células usam a glicose para obter energia. Isso permite ao músculo continuar o esforço sem necessidade de recorrer ao oxigênio proveniente dos pulmões. Mas o excesso de ácido lático deflagra encrencas. “É como se a musculatura ficasse sem ar e com menos espaço para se mover. E isso gera fadiga”, ilustra o fisioterapeuta Robert Velentzas, de São Paulo. “Por isso a respiração correta é tão importante durante o exercício.”

O suor da atividade física é mais um fator que ajuda no desencadeamento de cãibras. “A perda excessiva de sódio pode levar à contração muscular”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros, da Universidade Federal de São Paulo. Mas o excesso de exercício, sozinho, não é suficiente para explicar o aparecimento dessas contrações famigeradas. No meio esportivo, os especialistas sabem que o xis da questão pode estar no que se bebe — na verdade, no que não se bebe. “A desidratação é decisiva para a ocorrência do problema”, informa Barros.

E quanto às cãibras noturnas? Segundo o ortopedista Moisés Cohen, chefe do Centro de Traumatologia do Esporte da Unifesp, quem faz muito esforço físico durante o dia pode ter contrações à noite. E quem não faz também — mas, nesse caso, a falta de sódio é o fator crucial. “O suor e a urina em excesso podem provocar a perda desse mineral e de outros elementos. E o organismo utiliza o sódio do músculo quando está sem reservas energéticas”, explica Cohen. “Isso gera uma resposta nervosa que leva a um estresse mecânico e às contrações involuntárias.” Ou seja... cãibras!

Moisés Cohen acrescenta que diabete, problemas neurológicos e lesões vasculares podem estar por trás de um simples espasmo muscular. “São doenças capazes de favorecer o problema”, informa o especialista. “A insuficiência renal e a hemodiálise também contribuem para a redução da concentração de sódio no sangue e muitas vezes levam a problemas musculares, assim como a carência de outros minerais, como cálcio, magnésio e potássio.” O preparador físico Renato Dutra chama a atenção ainda para a síndrome das pernas inquietas, caracterizada por uma vontade incontrolável de mexer as pernas, principalmente durante o sono — e isso também pode disparar cãibras.

Não existe um tratamento específico para essas contrações. O melhor a fazer é se condicionar antes de partir para atividades físicas mais exigentes, comer e beber o suficiente para suportar a carga extra do exercício e procurar respirar profunda e coordenadamente durante os treinos. Quem sua mais de uma hora por dia também precisa repor nutrientes. Nessa situação, valem géis de carboidrato e líquidos isotônicos, além de água. “A pessoa que se prepara para a atividade física suporta melhor o esforço e retarda o surgimento de cãibra”, resume o educador físico Renato Dutra. Ou melhor: evita esse suplício e malha em paz.

Fonte: Revista saude